Paulo Phillipe com o prêmio de Melhor Ator

O assessor da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), Paulo Phillipe Cândido, ganhou o prêmio de Melhor Ator na mostra competitiva ‘Sob o Céu Nordestino’, do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. O troféu de Paulo Phillipe se soma a outros 20 prêmios faturados pela produção cinematográfica da Paraíba, que se sagrou a grande vencedora do festival. A premiação aconteceu na noite dessa quarta-feira (4), em solenidade no Cinépolis Manaíra Shopping.

O cagepiano, que atualmente atua como assistente na Assessoria de Comunicação da companhia, lotado em Marés, é bacharel em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e já tem um vasto currículo em produções audiovisuais como ator e diretor. Em 2013, ele ganhou o prêmio de Melhor ator de Longa-metragem nacional no Fest Aruanda pelo seu trabalho em “Tudo que Deus criou”, do cineasta André da Costa Pinto. Nesta edição, Paulo Phillipe participou de quatro filmes, sendo eles os curtas: “Coral” de Jackson Kakito, “Bolha” de Odécio Antonio e Taciano Valério, no longa-metragem “O que os Olhos não vêem” de Vânia Perazzo, e no curta “Faixa de Gaza”, dirigido por Lúcio César Fernandes.

“Em um momento histórico tão delicado e preocupante para o setor de saneamento no país – e consequentemente, para todos nós, empregados da companhia – viver um momento de conquista como esse é um alento. Esse reconhecimento dá uma energizada, apesar dos desmontes que o desgoverno vem aplicando a tantos setores nesse país, como o saneamento e a cultura. Um viva ao cinema e à cultura paraibana, nordestina e brasileira!”, comemorou Paulo.

O curta-metragem ‘Faixa de Gaza’ também recebeu outros três prêmios

Por intermédio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, antiga Lei Rouanet (8.313/91), a Cagepa patrocinou o Fest Aruanda que, este ano, celebrou os 100 anos do cinema paraibano. “Não posso deixar de mencionar a importância do patrocínio que a Cagepa deu ao evento. Que orgulho fazer parte de uma empresa que investe e acredita na cultura. Eu, que estou dos dois lados desse cenário, parte cagepiano, parte artista, me sinto privilegiado e apoiado”, disse.

Vencedores – A Paraíba também foi vitoriosa levando o prêmio de Melhor Longa com “Desvio”, de Arthur Lins, e de melhor curta-metragem para “Quitéria”, de Tiago Neves. Os dois filmes foram os ganhadores das mostras mais concorridas do festival: a Mostra Nacional Competitiva de Curtas e Longas-metragens e a Mostra Sob o Céu Nordestino, respectivamente. Além dos dois principais prêmios, a Paraíba levou outros 19, com obras diversas e em diferentes categorias. “Faixa de Gaza”, de Lúcio César Fernandes, ganhou os prêmios de melhor direção, som, ator e Júri Abraccine de melhor curta-metragem.